Entrevistas
Temas:
- Ciúme e zelo, paixão e violência
- A Magia erótica do amor e banalização do amor
- O Amor nas Artes
- O Amor entre Iguais
- O Amor na Mitologia
- Grandes símbolos do amor: Gandhi (Amor à pátria)
Hitler (Amor à pátria)
Chico Mendes (Amor à pátria)
Cristo (Amor e fé)
1º TEMA: Ciúme e zelo, paixão e violência
Entrevistado(s):
- Vitória Kilpp, prima de Ticiana Kilpp, 17 anos de idade, namorando.
- Nicole Nocetti, 15 anos de idade, solteira.
1. Você acha que o ciúme é bom para uma relação?
V: Depende. Ciúme em excesso é ruim, mas aquele toque de ciúme não é nada demais. Acho que, geralmente, ciúme é um pouco da falta de confiança, em uma relação totalmente fiel não vejo porque existir o ciúme. Por outro lado, quando alguém sente ciúmes de você, claro que não muito, você se sente amada, protegida. É tão bom quando você sente que existe alguém que se importa com você... Mas não em exagero, aí eu já acho uma falta de respeito.
N: Sim, o ciúme pode até ser bom para uma relação, mas tem que ser controlado, tem que ter um limite e confiança, afinal ninguém pode ter posse sobre ninguém, e muito menos o controle de ser o controlador. Tudo com controle na verdade é melhor.
2. Qual o limite entre o zelo e o ciúme?
V: Quando existe zelo demais, se torna ciúme. É como se alguém achasse ter posse sobre você... Tem que existir certa compreensão na relação do casal, pois nem sempre nós vamos concordar
3. Quais as consequências que o ciúme traz quando acontece exageradamente?
V: Comigo nunca aconteceu um ciúme exagerado, mas acontece. Eu acho que pode ter consequências pequenas, tipo um aborrecimento, ou coisas maiores como o fim do namoro. Já vi casos assim, onde minha amiga acabou com o namorado, pois ele estava fazendo ciúmes nela. Existem também os extremos, que podem gerar até violência.
2º TEMA: A Magia erótica do amor, a banalização do amor
Entrevistado(s):
- André Souza, 19 anos de idade, solteiro
- Maria Eduarda Garcia, 18 anos de idade, namorando
1. Antigamente, para conquistar uma mulher, o tempo era importante. O que você pensa sobre isso?
A: Eu discordo, acho esperar uma perda de tempo, tempo é dinheiro, pô! (risos) Mas, falando sério, acho que tem que ser rápido se não escapa e a gente acaba perdendo.
ME: Claro que não. Acho que é sim preciso esperar. Assim você conhece mais o cara e vê se realmente vale a pena. É bom para ver também que ele esperou, que ele correu atrás e te valorizou. Esse vale a pena, ao contrário dos outros que gostam de mulheres fáceis que já vão logo ficando com qualquer um que aparece na frente.
2. Você concorda que os sentimentos foram deixados de lado?
ME: Depende, existem relações que o amor ainda é muito valorizado. Mas é raro, é muito difícil você sair e ver um casal que aparenta se amar de verdade, principalmente entre nós jovens. É difícil também achar um cara que preste, e por isso muitas garotas acabaram desistindo e se desvalorizaram.
A: Acho desnecessário. Ainda existem sim os sentimentos, mas é difícil. Agora o que você mais vê por aí são garotas se fazendo de difíceis. Até porque, na minha opinião, é difícil rolar algum sentimento forte no primeiro encontro. Esse negócio de amor à primeira vista já nem existe mais.
3. Os casamentos hoje têm terminado muito mais rapidamente, em relação ao tempo que eles duravam. O que isso tem em relação com os dias atuais?
ME: A forma de amar banalizou muito. A gente confunde muito o desejo com o amor. Querer é diferente de amar e tem pessoas que ainda não conseguiram diferenciar isso. Acham que estão amando, se envolvem em algo mais sério, como o casamento, achando que vai durar pra sempre, e quando percebem que pode não durar, acaba.
3º TEMA: Amor nas Artes
Entrevistado(s):
- Marta Rech, 30 anos, casada
- Bruno Monteiro, 25 anos de idade, solteiro
1. O que a arte significa para você?
M: Acho que a arte é uma forma do artista demonstrar o que imagina, o que se passa pela sua cabeça, não importa se é um sentimento ou momento, em sua obra ele coloca o que bem quer.
B: Também acho. As artes são formas de se expressar, e quem utiliza alguma das artes tem sempre essa liberdade.
M: Nem sempre. (risos)
2. Por que "nem sempre"?
M: Porque, assim como qualquer outro jeito de se expressar, os artistas devem levar a ética em conta, a ética tem que permanecer, ele pode fazer o que quer até onde esta permitir.
B: É verdade, mesmo assim a arte é bastante ilimitada.
3. E o que a arte representa para você?
B: A arte representa sempre algo para as pessoas mesmo sem elas reconhecerem, quando nos identificamos com o que o artista está tentando transmitir em sua obra, a obra passa a representar algo para mim. A música, por exemplo, é uma arte a qual representa muito para mim, é onde eu sempre acho em que me identificar.
4. Agora, falando do tema principal da entrevista, para você, em que o amor se associa à arte?
B: Ah, o amor tem muito a ver com a arte, quer dizer, acho que a arte se sustenta muito no amor, mas não só nele, claro! É que o amor é um tema muito amplo, todos amam de alguma maneira, e o amor é algo inevitável, certo? (risos)
M: É isso, as artes são usadas também para representar esse sentimento, não importa de qual maneira, pode ser pela música, por uma escultura ou quadro. O amor é como Bruno disse, um sentimento amplo, existem milhares de maneiras de amar, tipos de amor, e história: as de um grande amor, a de um amor que se foi, um amor que está longe, ou um amor que permanece, não importa. Todos esses tipos são representados pela arte, além de ser um tema que as pessoas se identificam muito.
4º TEMA: O amor entre iguais
Entrevistado(s):
- Leonardo Guerreiro, homossexual, 31 anos, namorando
1. Você já sofreu preconceito por causa da sua opção sexual?
L: Claro, acho que é muito comum. Mas quando você tem certeza da sua opção sexual, você aprende a lidar com o preconceito e perde a vergonha, sem se importar com o que os outros vão pensar.
2. Você já brigou com alguém por causa do preconceito?
L: No início eu me irritava, cheguei até a tentar mudar, mas se você for parar para pensar sobre tudo o que as pessoas pensam sobre você, você acaba enlouquecendo.
Obs.: Existe uma entrevista em vídeo sobre amor entre iguais na Grécia Antiga com o professor de História Joel Nolasco.
5º TEMA: Amor na Mitologia
Entrevistado(s):
- Rebeca Santana, 22 anos, solteira
1. Como as sociedades reagiam ao amor nas antigas civilizações?
R: O amor nas antigas civilizações era retratado através de deuses, ou seja, era um amor mais idealizado.
2. Você conhece algum mito sobre o amor?
R: Sim, o mito de Eros, mais conhecido como Cupido, por nós. Ele flechava as pessoas, que acabavam se apaixonando. Porém, se pararmos para ver, o Cupido só flechava uma das pessoas, por isso nem sempre o amor era correspondido (risos).
6º TEMA: Grandes Símbolos do Amor
v Gandhi (Amor à pátria)
Entrevistado(s):
- Wellington Freitas, 42 anos, casado
- Isabel Fonseca, 41 anos
1. Quem foi Mahatma Gandhi e o que você sabe sobre ele?
W: Gandhi, até onde eu sei, foi um dos responsáveis pela luta da independência da Índia, sem a necessidade da utilização de armas, da violência, se beneficiando apenas de sua diplomacia da paz, para libertar seu povo de uma grande potência mundial, como a Inglaterra, que massacrava seu país na época. I: Foi um líder político e religioso muito importante da Índia, inteligente e reconhecido por muitos hoje.
2. Você acredita ou segue algum dos ensinamentos de Gandhi?
W: Sim, antes de partir pra violência, se deve tentar a negociação.
I: Sim, eu acredito no princípio da paz que Gandhi considerava importante, da busca da espiritualidade e no respeito ao outro.
v Hitler (Amor à pátria)
Entrevistado(s):
- Joel Nolasco (Professor de História)
- A vida de Adolf Hitler, sua infância e seus interesses.
- Origem política de Hitler, como surgiu o nazismo.
- Hitler e o orgulho alemão, e o porquê de tal orgulho.
- O nacionalismo alemão e o porquê desse sentimento.
- A oficialização do suicídio, como e por que Hitler morreu.
(A ENTREVISTA ESTÁ EM VÍDEO)
v Chico Mendes (Amor à pátria)
Entrevistado(s):
- Joel Nolasco (Professor de História)
1. Quem foi Chico Mendes, e pelo que ele se destacou.
2. O porquê de sua perseguição e como ele morreu.
3. O mito de Chico Mendes.
4. Comparação do amor de Hitler com o de Chico Mendes.
(A ENTREVISTA ESTÁ EM VÍDEO)
v Jesus Cristo (Amor e Fé)
Entrevistado(s):
- Padre Paulo, 38 anos.
1. O que significa o amor de Cristo?
P: Significa tudo, afinal, nós só estamos aqui por causa do amor Dele por nós. Ele morreu para nos salvar e essa é a maior prova de amor que existe. Morreu para salvar até aqueles que não o respeitavam. Jesus deu a vida por nós em busca de um mundo de paz e amor.
2. Por quais outros motivos ele é considerado nosso salvador?
P: Além de ter morrido por nós, ele continua vivo dentro daqueles que creem no seu poder e amor. E quando você crê, Ele se torna o salvador. Ele te livra de tudo aquilo que te incomoda e te dá tudo aquilo que é pedido
A ''TurRrRrRminha''.
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